Os Melhores Filmes de Cary Grant

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Nascido na Inglaterra, Cary Grant se transformaria em sinônimo de estilo e elegância na América. Iniciando a carreira no teatro, passou por muitas dificuldades até encontrar um lugar ao sol atuando ao lado de Mae West, que o apadrinhou. A partir daí se tornou um dos atores mais requisitados, sobretudo por Alfred Hithcock, um fã confesso.

Atuou ao lado de grandes astros de sua época e tinha um timing perfeito para comédias. É díficil fazer uma lista de 10 filmes em uma carreira tão vasta, mas fizemos uma seleção de alguns que vocês devem assistir para adentrar mais na carreira deste fabuloso ator que morreu nos palcos aos 82 anos.

Levada da Breca (1938): David Huxley está de casamento marcado, mas sua vida vira de pernas para o ar quando ele conhece Susan Vance (Katharine Hepburn), uma rica herdeira acostumada a ter tudo o que quer, mas completamente inconsequente.

Charada (1963): Em Paris a americana Regina Lambert (Audrey Hepburn), que recentemente ficou viúva, tenta entender que tipo de vida o marido levava e onde podem estar escondidos os US$ 250 mil que muitos acreditam estar com ela.

O Inventor da Mocidade  (1952): Barnaby é um cientista obcecado em descobrir uma fórmula de rejuvenescimento. O cientista realiza testes com alguns macacos que mantêm em seu laboratório, sem sucesso até o momento. Um deles consegue escapar de sua jaula e mistura aleatoriamente os produtos químicos da bancada de Barnaby, jogando a fórmula no bebedouro local.
Minha Esposa Favorita (1940): Ellen estava em um barco que naufragou. Todos acreditam que ela morreu, inclusive seu marido. Mas sete anos depois ela reaparece, bem no dia do casamento de seu marido com outra mulher.

Interlúdio  (1946): Após seu pai alemão ser condenado como espião, uma jovem mulher (Ingrid Bergman) passa a se refugiar em bebida e homens. É assim que se aproxima de um agente do governo (Cary Grant), que pergunta se ela concorda em ser uma espiã americana no Rio de Janeiro, onde nazistas amigos do pai dela estão operando. Ela acaba se casando com um espião nazista, mas se apaixona pelo seu contato no governo americano.

Suspeita (1941): Rapaz leva vida de playboy tomando dinheiro emprestado dos amigos. Um dia conhece uma tímida garota, com quem acaba se casando. Mas a jovem com o tempo passa a desconfiar que ele é na verdade um assassino e ela correr o risco de ser a próxima vítima.

Cupido é Moleque Teimoso  (1937): O casal Lucy  e Jerry  levava uma vida feliz,  até que ambos começam a duvidar da fidelidade do parceiro.

Solteirão Cobiçado (1947): A juíza Margaret Turner (Myrna Loy) descobre que sua irmã adolescente, Susan (Shirley Temple), se apaixonou por Richard Nugent (Cary Grant), um artista de meia-idade que já foi julgado por ela. Quando Susan é encontrada no apartamento dele, ele é “condenado” a sair com Susan até ela perder atração por ele.

Um Anjo Caiu do Céu (1947): Henry Brougham  tem por meses trabalhado nos planos para uma nova catedral, que será paga por uma caprichosa e teimosa viúva, Agnes Hamilton (Gladys Cooper). Henry se distanciou de sua família, pois se tornou um religioso em primeiro lugar. Dudley (Cary Grant), um anjo, é enviado pelo céu para ajudá-lo. Dudley ajuda a todos que encontra, mas não do jeito que eles preferem.

Tarde Demais para Esquecer (1957): Nickie Ferrante é o solteiro mais cobiçado da atualidade e está noivo. Ele conhece Terry McKay (Deborah Kerr) durante um cruzeiro e os dois combinam e se encontrar dali há alguns meses após a chegada da viagem.

A Noiva Era Ele (1949): O capitão Henri Rochard é um oficial francês designado para trabalhar com a tenente americana Catherine Gates. Depois de muitos acontecimentos atribulados eles se apaixonam e pretendem se casar, mas encontram dificuldades para entrar na América.

Este Mundo é um Hospício (1944): Mortimer Bruster (Cary Grant) é um crítico teatral conhecido por suas manifestações contrárias ao matrimônio que aprende uma dura lição justamente no dia de seu próprio casamento – acaba descobrindo um estranho hábito de suas doces e idosas tias: matar velhos solitários, como se fosse um ato de caridade.

Intriga Internacional (1959): Confundido com um agente secreto, de uma hora para outra o publicitário Roger Tornhill (Cary Grant) se vê envolvido numa complicada trama de espionagem, sendo acusado inclusive de assassinato. Enquanto tenta provar sua inocência, é perseguido tanto pela polícia como por agentes criminosos.

Ladrão de Casaca (1955): Cary Grant empresta seu charme para viver John Robie, também conhecido como ‘Gato’, célebre ex-ladrão de jóias, ele está na Riviera Francesa. O problema é que surge um ladrão utilizando-se do mesmo estilo dos assaltos de Robie. Convencido de que alguém quer incriminá-lo, ele dribla a polícia e tenta encontrar o impostor antes que vá parar atrás das grades. Mas antes precisa fazer com que a viúva rica acredite nele.

Topper e o Casal do Outro Mundo (1937): Após um acidente de carro George e Marion Kerby, um alegre e apaixonado casal que está no limbo como fantasmas, tomam conhecimento que para irem ao céu deveriam fazer uma boa ação. Decidem de qualquer maneira ajudar ao sisudo Topper. Porém, Topper um banqueiro mal humorado reluta em aceitar a ajuda para viver descontraído e feliz.

Núpcias de Escândalo (1940): Katharine Hepburn é uma jovem rica recém-separada do marido (Cary Grant) e ávida por uma nova relação amorosa. A oportunidade aparece quando ela conhece um repórter (James Stewart) que está caidinho por ela. A história original, escrita por Philip Barry, foi antes encenada com grande sucesso na Broadway.

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Especialista em Cinema Clássico e Crítica Literária, é sobretudo uma curiosa. Fundadora do site Cinemaclássico, estuda o cinema desde 2002. Ama Charles Chaplin, Raj Kapoor e navega constantemente em filmes de todo o mundo.