Os Amores de Judy Garland

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David Rose – músico (1941-1943)

David a consolou Judy quando ela perdeu um namorado para Lana Turner (Artie Shaw). Começaram a sair juntos e a mãe da atriz tentou impedir, pois ele já era separado e ela muito jovem. Mas foi o fato de ser mais velho e experiente que atraiu Judy. Garland fugiu durante as filmagens de Babes on Broadway para se casar. Para sua família e estúdio, deixou somente um bilhete que dizia: “Estou muito feliz por Dave e eu termos nos casado – dê-me um pouco de tempo e voltarei para terminar o filme com uma tomada por cena. – Amor, Judy”.

Todos concordaram em que o casamento foi mais para se libertar de sua mãe do que propriamente por amor. Eles foram morar na mansão de Jean Harlow. Mansão considerada assombrada, pois o marido de Jean suicidou-se lá. Ela engravidou, mas o estúdio e sua mãe decidiram que não era a hora. Seu marido também apoiou a decisão. Judy sentiu-se sozinha e triste por não respeitarem-na e jamais perdoou David por isso.

 

Vincente Minnelli – diretor (1945-1951)

Judy, Vincent e a pequena Liza

Judy e Minnelli se conheceram através de Arthur Freed, produtor da MGM. Tornaram-se amigos e logo estavam saindo juntos. Durante as filmagens de Meet me In St. Louis (Agora Seremos Felizes), o caso começou a ficar mais sério. Ela gostava do jeito dele, da sua calma, de sua capacidade de acalmá-la. Minnelli era bissexual e ela sabia disso.

Casaram-se e logo ela engravidou. Ele a tratou como uma princesa desde que soube da gravidez. Os críticos cochichavam que o bebê seria “imaculado” (filho de Dorothy com um homossexual). E todos ficaram surpresos quando Liza nasceu com os olhos e as bochechas do pai e o nariz empinado da mãe.
Foi um período um tanto quanto calmo para ela, exceto pela depressão pós-parto. Ela tinha dado um tempo na ingestão de pílulas. Quando reiniciou as filmagens, o vício retornou.
Minnelli tentou fazer com que Judy se controlasse, porém, depois de um tempo, nada surtia efeito e ele cansou-se. A guarda de Liza ficou compartilhada. Durante suas brigas e crises, o casal mantinha a garotinha afastada.

 

 

Sidney Luft – empresário (1951-1964)

Com Sid Luft, seu terceiro marido
Com Sid e os filhos Liza, Lorna e Joey

Judy conheceu Sid quando estava hospedada no Hotel Carlyle. Ele tinha sido casado com Eleanor Power. Depois de muitos desencontros, casaram-se. Em termo de personalidade, Sid era totalmente diferente de Minnelli.
Ele tornou-se seu empresário também, ajudando-a no período em que ela esteve afastada das telas. Tiveram dois filhos, Lorna e Joey. Depois, começaram as crises, também devido à dependência dela em remédios. Além do quê, as brigas começaram a ficar violentas, com um batendo no outro. Ele exigiu a guarda dos filhos. A briga se arrastaria por anos a fio, com Judy ganhando a guarda.

 

Mark Herron – ator (1964-1967)

Judy e Mark Herron

Judy conheceu esse ator de papéis coadjuvantes numa festa. Ele tinha 33 anos e ela ficara encantada, decidindo trabalhar com ele numa peça. Os planos não deram certo.
Depois de uma internação, ela assumiu o romance e o apresentou como seu marido. Depois que ele estreou uma peça, anunciaram a separação, depois de comentários baixos (trocados através da imprensa) um contra o outro.

 

Mickey Deans – playboy (1967-1969)

Com Mickey Deans, último marido
Mickey Deans, Judy Garland e Johnnie Ray

Judy e Mickey casaram-se em 1969, depois de seu divórcio com Mark. Em seu último ano de vida, Judy parecia mais sensível que nunca. Nenhum astro compareceu à cerimônia que foi realizada em Londres. Ele era reconhecidamente um playboy, assim como o marido anterior da atriz.
Embora sorrissem muito em público, o casal brigava constantemente. Ela estava recorrendo a drogas cada vez mais pesadas. Num especial que fez para a TV britânica, olhando para Mickey, cantou uma canção “Pela primeira vez na vida tenho alguém que precisa de mim”.

 

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