A Trágica morte da atriz Susan Cabot

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Infelizmente essa foi a única foto que conseguimos dos dois juntos.

Susan Cabot não chegou a ser uma estrela do primeiro time, mas conseguiu seu espaço no cinema e tv. Porém, teria sua vida encurtada de uma maneira que ninguém deseja.

Seu verdadeiro nome era Harriet Shapiro, nascida em Boston na data de 9 de julho de 1927. A garotinha passaria boa parte de sua infância mudando de lares e tendo pais adotivos diferentes. Isso com certeza influenciaria sua idade adulta, já que aquela criança sofrera muito para se adaptar a cada um desses lares.

Para passar o tempo ela gostava de desenhar e pintar, também cantava e brincava de ser atriz. Seu primeiro emprego como desenhista. Mas logo ela conseguiu uma oportunidade de aparecer como figurante em O Beijo da Morte, de 1947. Tinha 20 anos e sentiu que chegaria lá, seria um grande nome do cinema.

Seu primeiro emprego foi como desenhista mas em 1947 conseguiu uma oportunidade para um extra em O Beijo da Morte. Gostou do que viu e resolveu se dedicar à interpretação.<

Como quase todos os atores iniciantes, passou por vários testes e pegou contratos na Colúmbia (onde ficou pouco tempo) e depois na Universal. A atriz fez uma série de westers, muitos deles com Audie Murphy, que era um dos maiores nomes do gênero. Mmas digamos que western não é um tipo de filme que dê destaque a mulheres. Alguns de seus filmes mais conhecidos foram O levante dos Apaches (1954), A Morte Tem Seu Preço (1953) e Traição Cruel (1954). Susan tentava, mas a concorrência era grande.

Isso a deixava tremendamente frustrada, pois o sonho de quem deseja ser atriz e ator é chegar ao estrelato e naquele tempo havia levas de garotas que corriam para testes (muitos deles feitos nas camas).

Image by © Bettmann/CORBIS

Cabot casou-se duas vezes: a primeira com Martin Sacker. O casamento durou entre 1944 e 1951. A segunda vez foi com Michael Roman, entre 1968 e 1983. Com Michael teve seu único filho, que eles deram o nome de Timothy Scott Roman. O garoto nascera com nanismo pituitário, e desde criança foi exposto a um tratamento de hormônios para crescer. Mas esse tipo de remédio pode favorecer um lado e trazer consequências em outras. Timothy por exemplo, desenvolveu problemas neurológicos.

Infelizmente essa foi a única foto que conseguimos dos dois juntos.

Frustrada com o cinema, ela tentou o teatro. Mas a depressão começava a tomar conta de seu corpo, fazendo com que ela tivesse dentre outros sintomas, perturbações e pensamentos suicidas. Com isso ela tentou apoio de especialistas, não conseguindo muitas melhoras ao longo dos anos. A verdade é que Cabot não sentia mais prazer em sair, trabalhar, arrumar sua casa ou mesmo sair. E seu filho também não estava muito longe disso.

Mas o pior ainda estava por vir. Em 11 de dezembro de 1986, Susan estava com 59 anos, e foi assassinada com uma barra de ferro, pelo seu único filho, Timothy.

Em depoimento, o rapaz alegou que sua mãe gritava descontroladamente, desconhecendo o próprio filho. E quando ela o atacou com uma barra, ele tomara dela e bateu na mãe até que ela estivesse morta. A defesa utilizou os fatores da doença de Susan e também da legítima defesa. Foram três anos de espera até que em 1986 saiu a sentença final: ele foi condenado por homicídio culposo (sem intenção de matar).

Fontes: criminalelemen, latimes

 

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