Katharine Hepburn de A a Z

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Amantes: John Ford, Howard Hughes

Bagagem: 04 Oscars, 12 indicações, 01 Emmy e foi indicada para outros 04 Emmys, e 02 Tonys, 42 filmes, dois livros.

Cleópatra: o papel que mais interpretou no teatro, durante mais de 15 anos.

Dor: aos 13 anos ela encontrou seu irmão Tom, de 15, morto no sótão. Ele se suicidara enforcando-se. Ele era seu melhor amigo.

Estréia no cinema: com o diretor George Cukor, em 1932 em Vítimas do Divórcio, em que interpretou ao lado de John Barrymore. Ela faria mais 9 filmes sob a direção de Cukor.

Filmes com Spencer Tracy: oito no total. A Mulher do Dia (1942), O Fogo Sagrado (1942), Mar Verde (1947), Sua Esposa e o Mundo (1948), A Costela do Adão (1949), A Mulher Absoluta (1952), Amor Eletrônico (1957) e Adivinhem quem Vem para Jantar (1967).

Grande amor: Spencer Tracy. Os dois foram amantes de 1942 até a morte dele, que jamais se divorciou da esposa. Ela estava ao lado de Tracy quando ele faleceu, mas não foi ao seu funeral em respeito à família dele.

Hollywood: a atriz nunca se adequou ao estilo hollywoodiano de viver. Usava roupas masculinizadas e evitava maquiagem.

Início: após sua estréia caseira, aos 8 anos, foi na peça “The Warrior’s Husband”, onde foi notada por um produtor de Hollywood.

John Gilbert: seu ator preferido.

Ludlow Ogden Smith: seu único marido, com quem ficou casade de 1928 a 1934.

Mal de Parkinson: ela jamais assumiu a doença, afirmando até sua morte que se tratava de um problema no pescoço, que o seu pai também tivera.

Nasceu: em Hartford, Connecticut, em 12 de maio de 1907.

Oscar dividido: seu terceiro Oscar, ganho pelo filme O Leão no Inverno, foi dividido com Barbra Streisand, que esteve magnífica em Funny Girl.

Parceiros de tela: Cary Grant, James Stewart, Robert Taylor, Robert Michum, Humphrey Bogart, Sidney Poitier, Laurence Olivier, John Wayne e Henry Fonda.

Quando o Coração Floresce: Kath sofreu uma infecção nos olhos neste filme, quando caiu em um lago, ficando com seqüelas por toda a sua vida.

Respeito: os teatros da Broadway prestaram uma homenagem no dia em que Kath faleceu, mantendo as luzes apagadas durante 1 hora, no dia 29 de junho de 2003.

Suicídios na família: na família da atriz ocorreram muitos suicídios, dentre eles o do avô materno, dois tios paternos, um tio avô e o irmão da atriz.

Tendências: de se apaixonar por homens autodestrutivos. Ela parecia gostar de se sentir útil ao lado deles. Spencer Tracy era alcoólatra e chegava a beber até perder a consciência.

Uma frase: “A morte será um grande alívio. Não haverá mais entrevistas.”

Veneno de bilheteria: foi considerada como tal após vários de seus filmes não terem feito sucesso nos cinemas, como Levada da Breca.

Xará: a atriz Audrey, que tinha o mesmo sobrenome de Kath, não era sua parente. Kath nasceu Katharine Houghton Hepburn , enquanto Audrey, nascida na Bélgica, se chamava Audrey Kathleen Ruston. O Hepburn foi adicionado posteriormente por seu pai.

Zangada: a atriz odiava dar entrevistas ou autógrafos. Era tida por muitos da mídia como antipática, pois não poupava foras e caretas para eles.

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Especialista em Cinema Clássico e Crítica Literária, é sobretudo uma curiosa. Fundadora do site Cinemaclássico, estuda o cinema desde 2002. Ama Charles Chaplin, Raj Kapoor e navega constantemente em filmes de todo o mundo.