Jumanji: Bem-Vindo à Selva

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Olá pessoas bonitas que acompanham o Cinema Clássico! Espero que todos tenham tido uma ótima virada de ano, e que tenham acertado na mega da virada, mas como nem todo mundo ganha na loteria, estamos aqui novamente para trazer nossas observações sobre as novidades nos cinemas. E hoje vamos conversa um pouquinho sobre o novo filme de Dwayne Johnson e Jack Black, a continuação do clássico da sessão da tarde: Jumanji.

Com um novo mundo para se aventurar e novos problemas para resolver, 4 adolescentes entram num mundo virtual de um antigo vídeo game, onde seus corpos ganham a forma dos avatares aos quais escolheram no inicio do jogo, onde o objetivo é simples: passe por todas as fases do jogo, salve Jumanji e volte para casa. A problematica desse novo filme é basicamente a mesma do anterior, fazendo o sentimento de nostalgia se manter durante todo filme.

Os personagens principais dessa vez são um pouco diferentes, onde as preocupações com o corpo, a necessidade de popularidade e o primeiro amor substitui o manter a familiar completa e tentar não destruir a cidade. Esse ponto mostra que Jumanji cresceu junto com seus expectadores, deixando a fase da infância para pular para a fase da adolescência de forma bem marcante; tão marcante que tem cenas comuns de filmes dos anos 80 e 90 que hoje são totalmente censuradas na tv aberta. Não chega a ser algo 18 anos, mas acredito que possa deixar mães bem desconfortáveis com seus filhos pequenos na frente da telona.

O que mais encanta os antigos fãs de Jumanji nesse novo filme é a manutenção dos perigos referentes ao jogo, que mesmo sendo um vídeo game super realista, apresenta fases bem simples, iguais ao clássicos jogos dos anos 80, onde a estrategia supera a necessidade de força física do avatar. Fiquei diversos momentos pensando alto o que cada personagem deveria fazer , da mesma forma que fazia quando jogava no fliperama da vendinha aqui da rua quando era pequena.

No geral o filme é super divertido, mantém o padrão Jumanji de desafios e, mesmo não tendo Robin Williams, alimenta nossa criança interior com a nostalgia necessária para nos fazer sair do cinema esperando encontrar um cartucho de Jumanji nos brinquedos guardados nas caixas em cima do armário.

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