Romy Schneider: A Fascinante História de uma Diva do Cinema Europeu
Descubra a vida e carreira de Romy Schneider, uma das atrizes mais icônicas do cinema europeu. Explore sua trajetória, seus maiores papéis e o impacto duradouro na indústria cinematográfica.”

Romy Schneider (1938–1982): A bela e inesquecível Sissi nasceu na Áustria e soube mostrar ao longo de sua carreira que era muito, muito mais do que um belo rosto. Vale a pena conferir sua presença também em Senhoritas de Uniforme (1958) e Scampolo (!958).
Filha de atores, sempre chamou muita atenção por sua beleza, e sua estreia no cinema foi aos 14 anos no filme “Quando voltam a florescer os lilases” (When the White Lilacs Bloom Again), onde trabalhou com sua mãe. Aos 17 anos ganhou o papel que iria marcar sua carreira: Sissi, a imperatriz da Áustria. Seu sucesso não ficou só em seu país, ganhando o mundo logo, e acabou tendo duas continuações: “Sissi, a Imperatriz” e “Sissi e seu destino”.
Mas a atriz estava cansada de viver papel de adolescentes, e em 1958 estrelou “Senhoritas de uniforme”, de temática GLS. Em “Christine”, teve enorme dificuldade no início, pois não sabia falar inglês ou francês. Em 1962 estrela “O processo” (The trial), de Orson Welles. “Boccaccio 70”, de Luciano Visconti trouxe uma mudança significativa em sua carreira. O sucesso seguiu durante a década de 70.
Romy trabalhou com os melhores diretores, como Claude Chabrol, Claude Sautet, Joseph Losey, Costa-Gavras. Andrzej Zulawski e Bertrand Tavernier, e teve como pares, além de Alain Delon, Yves Montad, Jack Lemmon, Michel Piccoli, Peter O’toole, Antony Quinn, Jean Claude Brialy, Jean-Louis Trintignant, dentre outros. Seu último filme foi “O bar da última esperança”, de 1981. Ganhou o César (Prêmio do cinema francês) como melhor atriz em 1975 (O importante é amar) e em 1978 (Une histoire simple).