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Cinema Clássico

Nasce uma Estrela (1954): As Locações Antes e Hoje

Nasce uma Estrela (1954): Veja as locações utilizadas como estão hoje.

 

Nasce Uma Estrela (A Star Is Born)  conta a história de Norman Maine (James Maison), astro de cinema decadente e alcoólatra, conhece Esther Blodgett (Judy Garland), uma sonhadora artista que deseja o estrelato. Depois de um tempo os dois se casam e ela começa a se transformar numa grande estrela, que agora atende por Vicky Lester. É aí que começam seus problemas, pois o marido não agüenta ver ao mesmo tempo sua derrota e a vitória de Esther como artista, o que acaba levando-o para as bebidas. Isso acaba abalando a carreira da esposa.

Veja as locações utilizadas no filme de 1954 antes e depois:

 

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O Anjo Exterminador (1962)

Por  Calebe Lopes do blog http://pipoca-mecanica.blogspot.com.br

 

 

O surrealismo sempre foi uma das mais famosas formas diversificadas de se expressar artisticamente. Podemos vê-lo principalmente na pintura e na literatura. Hoje, é incomum vê-lo voluntariamente em um filme, tirando algumas exceções como Sucker Punch.
Quando pensamos em surrealismo na sétima arte, sempre vem um curioso filme em mente,  O Anjo Exterminador (1962), de Luis Buñuel. Filme mexicano clássico, é o ápice do surrealismo nas telonas, um conjunto de situações e códigos aparentemente sem sentido, mas que podem fazer algum para os mais observadores, criando algo que o próprio Zack Snyder tentou fazer com seu Sucker Punch citado acima: a possibilidade de diferentes interpretações, sem uma que seja a verdadeira.


A premissa é aparentemente simples: um grupo da burguesia aristocrata é convidado para um jantar, logo após a uma ópera. O que acontece, é que de repente, eles não conseguem mais sair da sala onde estão, simplesmente parece que não se lembram mais, ficando presos lá. Tem então o início do cair das máscaras, onde todos, confinados por semanas, começam a mostrar realmente quem são por trás de tanta etiqueta e postura, revelando seus lados mais obsuros, desejos e atitudes selvagens, carnais, secretas.

A narrativa não trata de revelar muita coisa não. As coisas simplesmente... Acontecem. Não sabemos as relações entre os 20 convidados presentes, não sabemos porque os criados foram embora, e afinal, quem é ou o que é esse tal de “anjo exterminador”? Por que os convidados ficaram presos? O surrealismo entra, a mente de Buñuel começa a funcionar, e vemos ali muito mais do que uma crítica à sociedade: vemos ali um conjunto de mensagens pinceladas como arte, ponto ápice do surrealismo cinematográfico. No entender do próprio Buñuel, em sua biografia, ele avalia que o filme é um estudo sobre a vontade: o que faz alguém caminhar para alguma direção ou mover um braço, por exemplo?


São diversas críticas à sociedade, à política e à Igreja (os cordeiros andando pela mansão, sendo devorados pelos convidados famintos, a frase “Sou ateu, graças a Deus”, entre outros exemplos), características de Buñuel, que sobre o tema, falou: "A moral burguesa é, para mim, uma imoralidade contra a qual há de se lutar; esta moral que se baseia em nossas instituições sociais mais injustas como o são a religião, a pátria, a família e a cultura, em suma, o que se denomina os pilares da sociedade”.

 

Durante a película, personagens morrem, brigam, amam-se, comem papel, abrem um encanamento na falta de água e aparentemente praticam canibalismo. Entre todos os acontecimentos, pedaços e mais pedaços de surrealismo jogados aqui e ali, aparentemente sem explicação. Quem aventura-se a tentar entender a mulher que possui uma pata de galinha na bolsa; a dona da casa que tem um urso de estimação; homens se comunicando por sinais secretos; a virgem jogando uma pedra na janela; etc.


O filme é composto por detalhes, que reforçam a crítica à ilusão em que a sociedade é submersa. Podemos resumir simplesmente analisando a cena final, burguesia e clero preso numa igreja, o povo apanhando da polícia por fora e o sino badalando chamando "as ovelhas de deus" para a sacristia, enquanto o comodismo que prendeu-os novamente assola e reinicia o ciclo. Verdadeiramente, um filme para poucos, pouquíssimos. Um excelente filme, nada convencional, que pode impressionar, enojar, enjoar. Uma obra surrealista crítica, disfarçada de cinema clássico.

 

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Frases de Ingrid Bergman

 

A melhor maneira de se manter jovem é continuar trabalhando. Depois, é só relaxar e se divertir.

Eu fui de santa a prostituta, e novamente santa. E tudo em uma só vida.

As pessoas não esperam que eu tenha emoções como as outras mulheres.

Eu nunca tinha procurado o sucesso a fim de obter fama e dinheiro. É o talento e a paixão que contam para o sucesso.

Lembro-me de um dia sentada na beira da piscina, e de repente minhas lágrimas escorriam por meu rosto. Porque eu estava tão infeliz? Eu tinha sucesso e segurança. Mas isso não era o suficiente e eu estava explodindo por dentro.

Eu não tenho arrependimentos. Eu não teria vivido a minha vida da maneira que vivi se tivesse me preocupado com o que as pessoas achavam de mim.

Felicidade é ter uma boa saúde e uma péssima memória.

Eu não me preocupo com a velhice. Se eu fosse a única, eu me preocuparia. Mas estamos todos no mesmo barco, e todos os meus amigos estão vindo comigo! Vamos todos para a velhice. Quantos anos teremos não sabemos. Só temos que aceitar.

Meu tempo está se encurtando. Mas a cada dia que eu desafio esse tipo de câncer e sobrevivo, já é uma vitória para mim.

Eu era a mais tímida dos seres humanos, mas eu tinha um leão dentro de mim que não iria calar a boca.

Você deve treinar sua intuição e confiar na voz que vem de dentro de você e diz exatamente o que deve fazer.

Seja você mesmo! O mundo adora o original.

Um beijo é um truque encantador desenhado pela natureza para interromper a fala quando as palavras se tornam supérfluas.

Há vantagens em ser uma estrela: você sempre pode conseguir uma mesa em um restaurante cheio.

Eu sempre me senti culpada em toda a minha vida.

Em não acho que ninguém tenha o direito de se intrometer em sua vida. Eles tem que saber separar a atriz da mulher!

Eu posso fazer tudo com facilidade nos palcos, enquanto que na vida real eu me sinto muito grande e desajeitada.

Tenho crescido sozinha. Já cuidei de mim mesma, pois aos 18 anos já ganhava meu dinheiro e era independente.

Ter uma casa, marido e filho deve ser suficiente para a vida de qualquer mulher. Quer dizer, isso é o que estamos destinados a, não é? Mas ainda acho que cada dia é um dia perdido. Como se apenas metade de mim é vivo. A outra metade é pressionado em um saco e sufocada.

Atuar é o melhor remédio do mundo. Se você não está se sentindo bem, o mal estar logo vai embora, porque você está sempre ocupado pensando que não é você mesmo. Nós atores somos pessoas muito felizes.

Vítimas de câncer que não aceitam seu destino e não aprendem a viver com a doença, destroem o pouco tempo que lhes resta.

Eu sempre quis fazer comédias, mas ninguém descobriu isso até minha velhice. Eles acham que todos os suecos são como Greta Garbo.

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10 Filmes biográficos

1. Sobre Audrey Hepburn:
The Audrey Hepburn Story (2000), com Jennifer Love Hewitt


2. Sobre Shirley Temple:

Child Star: Shirley Temple story (2001), com Emily Hart


3. Sobre Charles Chaplin:

Chaplin (1992), com Robert Downey Jr


4. Sobre Jean Harlow:

Harlow (1965), com Carroll Baker


5. Sobre Rodolfo Valentino:Valentino (1977), com rudolf Nureyev


6. Sobre Judy Garland: Me and my shadows (2001), com Judy Davis


7. Sobre Natalie Wood: The mistery of Natalie Wood (2004), com Justine Waddel
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8. Sobre Elvis Presley
Elvis (2005), com Jonathan Rhys Meyers

 

9. Sobre Marlene Dietrich: Marlene (2000), com Katja Flint


10. Sobre James Dean:James Dean (2001), com James Franco
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Clark Gable, Dear Clark Gable...

Judy Garland canta "Dear mr. Gable" no filme Broadway Mellody, de 1938. Na música sua personagem, uma adolescente, escreve uma carta para o maior astro da década, exaltando sua paixão e como pode se sentir triste ou feliz quando o vê nas telas. Era o efeito Gable dentro e fora das telas. Depois do fenômeno de Douglas Fairbanks nas décadas anteriores, viria ele como a imagem do sonho americano, misto de coragem e sensualidade, sonho de consumo de milhares de mulheres.
Não era belo, na verdade era até mesmo feio, mas havia algo que chamava a atenção, talvez o jeito canalha de encarar tudo, de mulheres, passando por jogos ou negociatas. Sempre a mesma expressão do homem que fez mais de 90 filmes, mas que parecia fazer sempre e sempre o mesmo personagem: ele mesmo. Nem sei se o considero bom demais por convencer fazendo a mesma coisa, ou ruim demais, por não ultrapassar esta barreira criada, talvez, pelo mercado.

Em um de seus primeiros filmes, "Uma alma livre", ele aparecia maltratando uma mulher rica, interpretada por Norma Shearer. Seguiram-se Greta Garbo, Jean Harlow, Joan Crawford, Barbara Stanwick, Ava Gardner, Marilyn Monroe, Mary Astor, Grace Kelly. Tapas, baforadas, empurrões, beijos roubados, palavras duras, tudo isso fazia parte, arrebatando uma por uma, filme por filme.
Com 40 anos Clark casou-se com Carole Lombard, uma atriz de sucesso, comediante dentro e fora das telas. Ele usara muitas mulheres para subir na carreira, e quando conquistou o estrelato, foi ao lado de Carole que buscou a felicidade. Felicidade esta que terminaria quando ela, ao voltar de uma campanha, teve morte instantânea ao seu avião se chocar contra montanhas, perto de Las Vegas.
Clark e Carole
Ela tinha 32 anos, e os dois tinham 3 anos de casados. Dizem que ele se alistou no exército para fugir da dor que sentia, e pelo remorso de tê-la incentivado a embarcar naquele avião rumo a morte. Com o fim da guerra, Gable, quase na meia idade, voltou para Hollywood, inseguro quanto a sua vida e carreira. Foi um pouco difícil retornar aos holofotes, com fãs, jornalistas e equipes de cinema no seu encalço. Trabalho, trabalho, trabalho.

Seu nonagésimo filme seria Os Desajustados, ao lado de Marilyn Monroe e Montgomery Clift. Marilyn era fã dele desde a infância, quando fantasiava que Clark era o pai que ela não conhecera. O filme era pesado, pois os três atores principais passavam por momentos delicados em sua vida. Clark jamais se erguera depois da morte da esposa, Montgomery ainda sofria de dores físicas e psicológicas de um acidente que sofrera anos antes e Marilyn passava por uma piora em seu estado psicológico. Duas semanas depois de terminar o filme, Clark morreu de ataque cardíaco aos 59 anos.
Quatro meses depois nascia seu filho.
Clark começou no cinema como o protótipo do homem que maltrata as mulheres, mas suavemente tornou-se uma figura de inegável magnetismo. Eu dizia no início que não sabia se ele era bom demais por convencer no único papel que fazia, ou ruim demais por não conseguir ultrapassá-lo. Mas, se levarmos em conta o preceito de que toda unanimidade é burra, seria unânime dizer que ele foi desnecessário e esquecível num campo em que tantos são esquecidos.
Por Carla Marinho
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Al Pacino e sua discrição

 

Eu estava procurando algum livro biográfico (em português) sobre Al Pacino dia desses... Incrível como um ator como este, incontestavelmente um dos melhores, e com uma carreira estável desde a década de 70  ainda não tenha uma boa biografia traduzida para o português. Fico imaginando quantos anos ainda teremos que esperar por uma simples tradução, por exemplo, da biografia de Lawrence Grobel. Al Pacino já andou revelando coisas sobre sua vida, como o fato de ter sido garoto de programa, enquanto estudava cinema, mas oh como adoraria uma biografia não autorizada... e sua discrição...

 

 

Na Biografia escrita por Laurence Grobel, que é essa daqui:

 

...Al Pacino revela que durante as filmagens do filme Dick Tracy, estrelado por Madonna, ele mesmo e Warren Beaty, a Madonna ensaiava e acabou se empolgando durante uns ensaios de dança. Até que roupas voaram e ela acabou ficando nua na frente do belo e velho Corleone. O interessante é a forma como Pacino fechou a narração: "É uma informação secreta. Ela estava fazendo uma dança e estava nua, vestia apenas um robe. No final da música, ela ficou inspirada e o abriu". "Um dia, quando eu ficar bem velho, enrugado e ainda estiver sorrindo, será porque lembrei dessa situação"...

Ok, informação secreta para ser dar... em um livro.

 

 

Bom, Al disse que é uma informação secreta. Portanto, não espalhem.. Top secret.

 

 

Perguntado se isso continuou e se tornou uma aventura, ele foi cavalheiro e não abriu a boca. Bom, estudando históricos de ambos eu diria que SE aconteceu algo depois disso foi uma maravilha. Aguardando sua biografia não autorizada, Don Corleone…

 

Por Carla Marinho

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Deanna Durbin: "Eu odiava estar em um aquário".

Deanna foi uma das estrelas de maior sucesso com sua voz marcante, mas aposentou-se no auge da fama, antes dos trinta anos. Sua morte foi anunciada no dia 30 de abril de 2013, aos 91 anos de idade, por seu filho Peter H. David, que informou apenas que a mãe partira há alguns dias. Ele não forneceu mais detalhes, respeitando a privacidade na qual a mãe mergulhara em boa parte de sua vida...

A atriz nasceu em Winnepeg, Manitoba, em 1921, e se tornou um rosto comum durante a era da Depressão, quando as pessoas iam ao cinema para esquecer um pouco os seus problemas. Teve um contrato assinado com a MGM aos 13 anos, mas a companhia já tinha outra adolescente cantora, Judy Garland, e preferiu ficar com esta última, que acabou estrelando O Mágico de Oz. Melhor para Deanna, que foi contratada logo em seguida pela Universal, e tornou-se um sucesso instantâneo com sucessos como "Three Smart Girls" e continuações, que renderam rios de dinheiro para a companhia.

Suas primeiras personagens eram sempre a irmã mais nova ou a filha corajosa, uma jovem sempre saudável, radiante, e pronta para resolver e corrigir os problemas dos adultos infelizes. Com isso tornou-se a menina de ouro da Universal.Em 1936 foi realizada uma pesquisa nacional para escolha do ator que daria o primeiro beijo na tela na atriz, e o escolhido foi Robert Stack, que fez com ela "First Love".

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Em 1946 já era a segunda mulher mais bem paga dos Estados Unidos, ganhando $ 323.477  e ficando apenas 5 mil dólares atrás de Bette Davis. No auge do seu sucesso foi tão reconhecida que Anne Frank tinha uma foto sua no seu quarto. 

Seus problemas começaram com a passagem para papéis mais adultos. Os críticos não ficaram muito felizes ao verem como uma prostituta em Férias de Natal ao lado de Gene Kelly e como uma debutante em uma trama de assassinato em "Lady on a Train " (1945.)
Na vida pessoal a atriz foi casada três vezes: seu primeiro casamento, com o diretor Vaughn Paul, durou dois anos. Mais uma vez o estúdio temia que afetasse sua imagem pelo escandalo de um divórcio após apenas dois anos de casamento. Deanna disse à época que jamais ficaria casada com alguém que não amasse por causa de uma imagem. O segundo marido foi Felix Jackson e o último foi Charles Davis, com quem ficou casada até a morte deste, em 1999. Após o casamento ela se afastaria das telas e de Hollywood, que chamava de aquário: "Eu odiava estar em um aquário".
Seu último filme foi 1948, For the Love of Mary, quando ela se retirou para viver na França e não mais retornar a Hollywood. Desde então recusou-se a dar entrevistas, e a única concessão foi uma carta enviada aos repórteres em 1958 em que dizia, dentre outras coisas: "Eu tinha 13 anos de idade quando fazia uma típica jovem americana. Uma personagem forçada que tinha pouco ou nada a ver comigo ou com qualquer outra jovem da minha geração. Meus fãs, na verdade não eram os jovens, mas os pais que não conseguiam lidar com os jovens e me adotavam como a filha perfeita. Além disso, eu nunca fui feliz fazendo filmes. E posso lhe dizer: hoje sou bem mais feliz tendo ganhado peso e fazendo minhas próprias compras, levando meus filhos na escola e cantando uma hora todos os dias."
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Oscar 1931

1931

 

Data: 10 de novembro

Apresentador: Lawrence Grant

Local: Sala D'Oro, Biltmore Hotel, Los Angeles, California, USA

 

Prêmio

Vencedor

Indicados

Melhor Filme

Cimarron

East Lynne

Skippy  

The Front Page

Trader Horn

Melhor Ator

A Free Soul  - Lionel Barrymore

Cimarron - Richard Dix

Skippy  - Jackie Cooper

The Front Page  - Adolphe Menjou

The Royal Family of Broadway  - Fredric March

Melhor Atriz

Min and Bill - Marie Dressler

A Free Soul - Norma Shearer

Cimarron - Irene Dunne

Holiday - Ann Harding

Morocco - Marlene Dietrich

Melhor Diretor

Skippy  - Norman Taurog

A Free Soul - Clarence Brown

Cimarron  - Wesley Ruggles

Morocco  - Josef von Sternberg

The Front Page - Lewis Milestone

Melhor Roteiro Original

The Dawn Patrol (1930) - John Monk Saunders

Laughter  - Harry d'Abbadie d'Arrast; Douglas Z. Doty; Donald Ogden Stewart

Smart Money - Lucien Hubbard; Joseph Jackson

The Doorway to Hell  - Rowland Brown

The Public Enemy  - John Bright; Kubec Glasmon

Melhor Roteiro Adaptado

Cimarron - Howard Estabrook

Holiday - Horace Jackson

Little Caesar  - Francis Edward Faragoh; Robert N. Lee

Skippy  - Joseph L. Mankiewicz; Sam Mintz

The Criminal Code  - Seton I. Miller; Fred Niblo Jr.

Melhor Fotografia

Tabu: A Story of the South Seas  - Floyd Crosby

Cimarron  - Edward Cronjager

Morocco  - Lee Garmes

Svengali  - Barney McGill

The Right to Love - Charles Lang

Melhor Direção de Arte

Cimarron  - Max Rée

Just Imagine  - Stephen Goosson; Ralph Hammeras

Morocco  - Hans Dreier

Svengali  - Anton Grot

Whoopee!  - Richard Day

Melhores Efeitos Sonoros

Paramount Publix Studio Sound Department

M-G-M Studio Sound Department

RKO Radio Studio Sound Department

Samuel Goldwyn-United Artists Studio Sound Department




Curiosidades

- Cimarron foi o primeiro filme a ganhar o Oscar de Melhor Filme, pois antes o prêmio era dado como Melhor Produção.
- Esse foi o primeiro e único Oscar recebido pela já veterana do teatro Marie Dressler.
- City Lights, de Chaplin, foi o grande esquecido da noite.
 

Imagens

Marie Dresler e Lionel Barrymore

 

Marie Dresler recebe o Oscar das mãos de Norma Shearer

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Biografias

Curiosidades

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