10 Melhores Filmes de Elia Kazan

1883
Com Marlon Brando em Uma Rua chamada Pecado

Elia Kazan trabalhou um bom tempo no teatro e no Actors Studio, e foi nesse ambiente que ele desenvolveu um profundo respeito pelos atores com quem trabalhou. E a escolha do elenco tornou-se um dos itens mais consistentes de sua carreira, pois ele se cercou dos melhores de sua época. Seus filmes abordavam temas sociais e tinham ótimas locações. Vamos aos melhores filmes do cineasta.

Uma Rua chamada Pecado / A Streetcar named Desire, 1951: baseado na obra de Tennessee Williams, trouxe no elenco Vivian Leigh e Marlon Brando, que já tinha interpretado o mesmo papel no teatro. Com Marlon Brando e Vivien Leigh.
Boneca de Carne / Baby Doll, 1956: mais um filme roteirizado de Tennessee Williams. Considerado imoral pela Legião da Decência seria um veículo para Marilyn Monroe, mas Kazan preferiu Carroll Baker, que conhecia do Actor’s Studio.
Vidas Amargas / East of Eden, 1955: trouxe a estreia de James Dean, que acabou indicado por seu papel no filme. Leia mais sobre o filme clicando aqui.
A Luz É para Todos/ Gentleman’s agreement, 1947: vencedor de três oscars, foi considerado controverso na época, por tratar sobre anti-semitismo.
Sindicato de Ladrões / On The Waterfront, 1954: tratando da corrupção e violência urbana, foi estrelado por Marlon Brando e foi um sucesso comercial, recebendo 12 indicações ao Oscar.
O que a carne herda / Pinky, 1949: mais um filme controverso, trata da questão racial de uma mulher branca de origem negra. Chegou a ser banido em Marshall, no Texas, por mostrar um casal interracial.
Clamor do sexo / Splendor in the grass, 1961: o filme trouxe o primeiro beijo francês das telas e fala sobre a repressão sexual.
O Último Magnata / The Last Tycoon, 1976: baseado no livro O Último Magnata de F. Scott Fitzgerald, traz Robert De Niro no papel principal.
Viva Zapata!, 1952: o faroeste que fala sobre a saga do revolucionário Emiliano Zapata, interpretado por Marlon Brando.
Rio Violento / Wild River, 1960: o filme coloca em discussão os direitos individuais em contraposição aos do Estado.

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